16 de julho de 2015

Dida será julgado pela Câmara sexta, dia 24

Os vereadores de Tanabi vão se reunir dia 24 de julho, sexta-feira, para decidir o futuro político de Gésio Reis da Costa Viveiros (PDT), que responde processo por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética da Câmara Municipal de Tanabi. De acordo com o regimento da casa, um relatório será apresentado pedindo ou não a cassação de Dida por quebra de decoro parlamentar,
"independente da opinião do relatório os vereadores precisam votar, por exemplo, se o relator entender que o vereador não quebrou o decorro e pedir a absolvição, esta decisão pode ser derrubada se os vereadores votarem não, ou seja, contra o relator", disse a Diretora da Câmara substitua, Ana Paula de Almeida Fucci.
O decreto lei 201/1967 diz em seu artigo quinto, que o suplente do vereador que fez a denúncia precisa ser chamado para votar, no caso o suplente de Valdir Uchoa (PPS) é o professor Gefferon Garapa (PTB); e o suplente do suplente, no caso o Osmar Canela (PDT) não pode votar, porque em tese ele é parte interessada, já que se Dida for cassado ele deixa de ser vereador suplente e passa a ser o titular do cargo. Neste caso quem vota é o senhor João Guirado (PDT).

Recusa

Caso algum dos suplentes se recusem a tomar posse para votar, pelo Regimento Interno, essas pessoas se enquadrariam na renuncia de cadeira e mesmo que um de seus antecessores se afastem eles ficam proibidos de assumirem.

Presença

O vereador Dida tem o direito de participar da sessão que vai decidir o seu futuro político, ele tem direito a duas horas de defesa e mais duas no caso de réplica. "Normalmente o vereador fala uns 30 minutos nas primeiras duas horas e depois, nas duas seguintes, se houver réplica da acusação, o advogado fala as duas horas completas", explicou um advogado por WhatsApp.
Por questão de segurança e para evitar um constrangimento da sua família o vereador não irá comparecer a sessão. Segundo os advogados de defesa.
Se Dida não for cassado, a Câmara vai inaugurar um fato histórico em todo o estado de São Paulo. "Será a primeira vez que um vereador vai cumprir o resto do seu mandato preso e com um atestado de inocência assinados pelos vereadores tanabienses", disse um historiador pelo Facebook.
Os vereadores suplentes serão ouvidos pela reportagem amanhã sobre o caso.

Julgamnento

Diferente do que algumas pessoas estão falando, o vereador não foi julgado mês passado em Tanabi, na verdade naquela semana o Nobre teve duas audiências, uma Palestina e outra em nossa cidade. Mas. de acordo com seus advogados, foram apenas audiências de instrução e para ouvir testemunhas, "o julgamento ainda vai muitos e muitos meses. São varias pessoas arroladas como testemunha e vários crimes investigados no processo. Isso vai longe", disse um dos advogados.

Para entender o caso do vereador Dida, CLICK AQUI

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